quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

QUÍMICA VERDE - TEXTO SUGERIDO AOS ALUNOS DO 2º ANO (QUÍMICA)

 

O QUE É QUÍMICA VERDE?

A Química Verde, também conhecida como Química Limpa ou Química Sustentável, é um tipo de prevenção relacionada à poluição causada por atividades na área química. Ela busca desenvolver metodologias que usem e gerem a menor quantidade de materiais tóxicos ou inflamáveis possível. Dessa maneira, os riscos são minimizados, assim como os gastos com o tratamento dos resíduos gerados no processo.

A Química Verde permite que as atividades desenvolvidas em indústrias químicas gerem menos danos ao meio ambiente e, consequentemente, à saúde humana. Para isso, ela é pautada em doze princípios distintos.

História da Química Verde
A Química Verde foi criada pelos químicos John Warner e Paul Anastas, membros da Agência Ambiental Norte-Americana, em 1991. Na época, eles definiram esse novo ramo da Química como sendo um “conjunto de princípios que reduzem ou eliminam o uso ou a geração de substâncias perigosas durante o planejamento, manufatura e aplicação de produtos químicos”.

Em 1993, a União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC) reconheceu e aprovou a criação da Química Verde, definindo-a como “invenção, desenvolvimento e aplicação de produtos e processos químicos para reduzir ou eliminar o uso e a geração de substâncias perigosas”. Nessa descrição, o termo “perigosas” deve ser entendido como substâncias nocivas ou tóxicas à saúde humana e ao meio ambiente.

Princípios da Química Verde
Algumas instituições definiram os principais pontos ou princípios elementares da Química Verde. Basicamente, há doze tópicos que precisam ser seguidos quando se pretende implementá-la em uma indústria ou instituição de ensino ou pesquisa na área de química. Entre eles, estão:

-Prevenção - evitar a produção do resíduo é melhor do que tratá-lo ou "limpá-lo" após a sua geração;
-Economia de Átomos - deve-se procurar desenhar metodologias sintéticas que possam maximizar a incorporação de todos os materiais de partida no produto final;
-Síntese de Produtos Menos Perigosos - sempre que praticável, a síntese de um produto químico deve utilizar e gerar substâncias que possuam pouca ou nenhuma toxicidade à saúde humana e ao ambiente;
-Desenho de Produtos Seguros - os produtos químicos devem ser desenhados de tal modo que realizem a função desejada e ao mesmo tempo não sejam tóxicos;
-Solventes e Auxiliares mais Seguros - o uso de substâncias auxiliares (solventes, agentes de separação, secantes, entre outros) precisa, sempre que possível, tornar-se desnecessário e, quando utilizadas, estas substâncias devem ser inofensivas;
-Busca pela Eficiência de Energia - a utilização de energia pelos processos químicos precisa ser reconhecida pelos seus impactos ambientais e econômicos e deve ser minimizada. Se possível, os processos químicos devem ser conduzidos à temperatura e pressão ambientes;
-Uso de Fontes Renováveis de Matéria-Prima - sempre que técnica e economicamente viável, a utilização de matérias-primas renováveis deve ser escolhida em detrimento de fontes não-renováveis;
-Evitar a Formação de Derivados - a derivatização desnecessária (uso de grupos bloqueadores, proteção, desproteção ou modificação temporária por processos físicos e químicos) deve ser minimizada ou, se possível, evitada, porque estas etapas requerem reagentes adicionais e podem gerar resíduos;
-Catálise - reagentes catalíticos (tão seletivos quanto possível) são melhores que reagentes estequiométricos.
-Desenho para a Degradação - os produtos químicos precisam ser desenhados de tal modo que, ao final de sua função, se fragmentem em produtos de degradação inócuos e não persistam no ambiente;
-Análise em Tempo Real para a Prevenção da Poluição - será necessário o desenvolvimento futuro de metodologias analíticas que viabilizem um monitoramento e controle dentro do processo, em tempo real, antes da formação de substâncias nocivas;
-Química Intrinsecamente Segura para a Prevenção de Acidentes - as substâncias, bem como a maneira pela qual uma substância é utilizada em um processo químico, devem ser escolhidas a fim de minimizar o potencial para acidentes químicos, incluindo vazamentos, explosões e incêndios.

A Química Verde pode ser utilizada em diversas áreas, como reciclagem de materiais orgânicos, despoluição de indústrias siderúrgicas e construção de edifícios verdes, por exemplo.

Rede Brasileira de Química Verde
A Rede Brasileira de Química Verde foi criada para incentivar e desenvolver as competências científicas e tecnológicas do país. A longo prazo, ela pretende se tornar uma referência mundial na criação de processos e produtos em conformidade com os princípios da Química Verde.

As áreas estratégicas para o Brasil são biorrefinarias (bioquímica e termoquímica), oleoquímica, sucroquímica, alcoolquímica, conversão química de gás carbônico em produtos químicos de valor agregado, utilização de energias renováveis, como biocombustíveis, e processos de catálises.

Fonte: eCycle, com informações do Green chemistry

Recomendação de leitura para alunos do 2º Ano: Livro vermelho da fauna brasileira ameaçadas de extinção.

 


👇👇👇👇Clique aqui para acessar:

livro_vermelho_2018_vol1.pdf (www.gov.br)

O estudo foi realizado por 1.270 cientistas sob a coordenação do ICMBio.

Por Mariana G. Menezes

Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (2018), divulgado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), é uma referência sobre o status de conservação de 12.254 espécies. A versão atualizada do estudo mostra que houve um aumento de 546 espécies ameaçadas em relação à versão anterior (2003). Por outro lado, foram retiradas 170 espécies que constavam como ameaçadas.

O estudo foi realizado por 1.270 cientistas sob a coordenação do ICMBio e compilado em sete volumes, dos quais o primeiro volume apresenta um resumo do processo e resultados e os demais trazem informações sobre as espécies ameaçadas de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes e invertebrados.

As espécies estão distribuídas em dez categorias e quatro delas são consideradas ameaçadas: Extinta na Natureza (EW), Criticamente em perigo (CR), Em Perigo (EN) e Vulnerável (VU). 

Na avaliação das espécies foram compiladas informações sobre taxonomia, distribuição geográfica, história natural, população, ameaças, ações de conservação, presença em unidades de conservação e pesquisas existentes e necessárias. Além disso, apresenta também uma justificativa para sua categoria de risco de extinção. 

As 1.173 espécies de fauna ameaçadas de extinção incluídas no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (2018) se encontram oficializadas nas Portarias MMA nº 444 e 445, 2014.

Algumas espécies citadas no estudo que foram retiradas da categoria de ameaçadas são a baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae), albatroz-de-sobrancelha (Thalassarche melanophris), peixe grama (Gramma brasiliensis), aranha-de-teia-de-solo (Anapistula guyri). Porém, é necessária a manutenção das medidas de conservação para que se evite um novo risco de extinção.

De acordo com estudo a saída das espécies da lista não significa necessariamente que tenha-se obtido uma melhoria na conservação dessas espécies. Pode-se considerar diversos motivos como, a atualização das informações de forma mais depurada e precisa, ajustes na aplicação de métodos, novos registros, entre outros. (...)

Fonte: www.wwf.org.br

 



Livro gratuito para você aprender mais sobre sustentabilidade.

Usando linguagem simples e ilustrado com desenhos feitos por crianças, o Vocabulário Ambiental Infantojuvenil foi pensado para popularizar os termos e conceitos da área para crianças e adolescentes e podem ser usados em sala de aula. O livro não é comercializado e a versão eletrônica está disponível gratuitamente em formato PDF.

A obra de Otávio Borges Maia e Tino Freitas conta com 100 verbetes ilustrados divididos entre 5 grandes temas: biodiversidade, clima, energia, poluição e sustentabilidade. As ilustrações foram feitas por alunos da Escolinha da Criatividade e do Centro Educacional Maria Auxiliadora, ambos da capital, e pelos participantes do Projeto Roedores de Livros, de Ceilândia, no Distrito Federal.

Também há desenhos premiados nos concursos infantis da Fundação SOS Mata Atlântica, da Bayer com o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo. A resenha do livro foi feita pelo Prof. Mario Sergio Cortella.

Os verbetes ilustradas contêm as definições técnicas e as lúdicas. Por exemplo, a definição técnica de “espécie nativa” é:

“Espécie própria de uma região ou que existe originalmente nela. Por exemplo, a seringueira é nativa do Brasil, mas só da Amazônia. Se plantada em outra região, vira espécie exótica. E o mico-leão-da-cara-dourada? Também é nativo do Brasil, mas só da Mata Atlântica do sul da Bahia, de onde é endêmico”.

Na definição lúdica, a linguagem é bem mais direta e simples: “Espécie nativa: bicho ou planta que vive naturalmente numa determinada região”.

O Vocabulário Ambiental Infantojuvenil é uma publicação do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCTI), com cooperação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e apoio do Jardim Botânico de Brasília, vinculado à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Distrito Federal.

FONTE: oeco.org.br

É só clicar e ler👇👇👇👇👇👇

Livro Vocabulário Ambiental Infantojuvenil


quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Para quem gosta de jogos: Cell to Singularity – Evolution never ends

Explore a extraordinária história da evolução neste jogo clicker cósmico. É só clicar para começar a aprender Biologia brincando:👇

https://store.steampowered.com/app/977400/Cell_to_Singularity__Evolution_Never_Ends/

Sobre o jogo:


Era uma vez, há mais de 4,5 bilhões
de anos, que não havia vida no Sistema Solar. E então, quase em um piscar de olhos na escala de tempo geológico, tudo mudou. Nas profundezas da sopa primordial da Terra estão os compostos orgânicos que dariam origem às origens humildes da vida. Tudo o que é preciso para este jogo épico de evolução acontecer é você.

Vá para a próxima página de evolução a cada clique. Ganhe entropia para desbloquear o próximo capítulo da evolução da vida. Descubra as reviravoltas que levaram aos grandes marcos da evolução: a extinção dos dinossauros, a descoberta do fogo, a Revolução Industrial e muito mais. Veja os capítulos que ainda não foram escritos - uma evolução futura além dos dias modernos.

A história épica de evolução, tecnologia e humanidade está à sua disposição. É um jogo de evolução de tirar o fôlego!

“Tudo se transforma, história da Química, história dos modelos atômicos”, indicado principalmente para alunos do 1º Ano.

Ao clicar no link abaixo você poderá, durante pouco mais de treze minutos, ter acesso a um resumo dinâmico que aborda a relação entre a história dos modelos atômicos e o surgimento da Química enquanto ciência. Um vídeo que lhe ajuda a compreender Atomística.

👇 É so clicar aqui.

https://www.youtube.com/watch?v=58xkET9F7MY




Recomendação de texto para alunos do 1º Ano (Física): “Lua de Júpiter vira aposta de cientistas na busca por vida extraterrestre no Sistema Solar”


 Texto de: Paul Rincon, Editor de Ciência da BBC News, 27 março 2017

Depois de duas décadas de preparo e frustrações, cientistas estão prestes a enviar duas missões para Europa, uma das dezenas de luas de Júpiter que se transformou na maior chance de encontrar vida extraterrestre no Sistema Solar.

O satélite natural, um dos 67 já identificados ao redor do gigante gasoso, é menor que a Lua terrestre. À distância, parece um mundinho congelado e marcado por "riscos" que parecem ter sido feitos por uma criança.

De perto, porém, os rabiscos são longas rachaduras lineares no gelo que cobre a superfície de Europa e que se estendem por milhares de quilômetros. Muitas estão preenchidas por uma substância desconhecida, apelidada pelos cientistas de "gosma marrom".

A imensa gravidade de Júpiter gera forças que repetidamente criam um efeito elástico na lua. Mas os estresses criados na superfície de Europa são melhores explicados pela crosta de gelo flutuando em um oceano.

"Sabemos que há água sob a superfície por causa de medições feitas por missões anteriores. E isso faz de Europa um dos mais excitantes potenciais locais para procurarmos por vida", diz Andrew Coates, do Laboratório Mullard de Ciências Espaciais da University College London, nos arredores de Londres.

O oceano de Europa tem uma profundidade estimada entre 80 km e 170 km - isso significa que poderia ter um volume de líquido duas vezes maior que os dos oceanos da Terra.

A água é um pré-requisito vital para a existência de vida, mas o oceano de Europa pode ter outros, como uma fonte de energia química para micróbios.

E mais: o oceano pode "se comunicar" com a superfície por uma série de maneiras, incluindo blocos aquecidos de gelo furando a crosta de gelo. Assim, o estudo da superfície pode dar pistas do que está acontecendo na água - por isso a Nasa está preparando duas missões para explorar Europa.

Uma é a Clipper, com lançamento previsto para 2022 e que entrará na órbita da lua. A outra, ainda sem nome, é uma tentativa de pousar ali.

Robert Pappalardo, do Jet Propulsion Laboratory, da Nasa, é o principal cientista da primeira missão.

"Queremos investigar o potencial que Europa tem de abrigar vida. Por isso precisamos tentar entender o que se passa no oceano e na crosta gelada - da composição à geologia, bem como o nível de atividade."

A Clipper carregará nove instrumentos, incluindo uma câmera que mapeará a maior parte da superfície. Espectômetros analisarão a composição da lua, enquanto um radar de alta potência fará um mapeamento tridimensional da camada gelada. Por fim, um magnetômetro analisará as características mais gerais do oceano.

Mas desde que a missão Galileu descobriu sinais da existência de água em Europa, nos anos 90, sabemos que a lua jupteriana não é um caso isolado.

"Uma das mais significativas descobertas da última década em exploração planetária é que, se você atirasse uma pedra nos planetas do Sistema Solar além de Marte, você acabará acertando um mundo com oceanos", diz Curt Niebur, outro cientista da missão Clipper.

Em Enceladus, outra das luas de Saturno, por exemplo, há um oceano subterrâneo que provoca "erupções" por meio de fissuras no polo sul. O satélite natural, por sinal, poderá ser o destino de uma missão na próxima década.

Niebur, porém, acredita no maior potencial de Europa.

"Europa é muito maior que Enceladus e tem mais de tudo: atividade geológica, águia, espaço, calor e estabilidade em seu ambiente."

Mas se há um fator que torna a lua um caso especial é sua vizinhança: a órbita de Europa a leva bem adentro do poderoso campo gravitacional de Júpiter, que captura e acelera partículas criando cinturões de radiação intensa.

Eles "fritam" os componentes eletrônicos de espaçonaves, o que limita a duração de missões espaciais. Mas a mesma radiação causa reações químicas na superfície de Europa, resultando em compostos oxidantes.

Na Terra, reações entre oxidantes e compostos redutores fornecem a energia necessária para a vida. Mas em Europa esses oxidantes só são úteis para possíveis micróbios se chegarem ao oceano.

Os cientistas acreditam que isso pode acontecer com o processo de convecção da crosta, e que reatores criados pela interação entre a água salgada e o fundo rochoso do oceano podem reagir com os oxidantes.

"Você precisa dos dois polos da pilha", explica Robert Pappalardo.

A missão da Nasa para pousar em Europa usaria a tecnologia Sky Crane, a mesma que de forma bem-sucedida pôs na superfície de Marte o jipe-robô Curiosity, em 2012. A sonda teria um sistema autônomo de aterrissagem para detectar obstáculos em tempo real.

Sendo assim, a missão Clipper terá a função de também fazer reconhecimento para um local de pouso.

"É como se estivéssemos procurando um oásis, com água próxima à superfície. Talvez a água seja morna e tenha materiais orgânicos", diz Pappalardo.

A sonda que pousaria em Europa seria ainda equipada com uma serra para coletar amostras de gelo mais profundas e menos atingidas pela radiação.

"Queremos buscar as amostras mais preservadas possíveis. Uma forma é cavar fundo, a outra é buscar algum local em que tenha havido algum tipo de erupção, em que material fresco está caindo na superfície", diz Niebur.

O telescópio espacial Hubble já observou o que podem ser jatos d'água em Europa, assim como em Enceladus. Mas não faz sentido para uma sonda ir a locais de erupção depois de muito tempo - seria necessário visitar locais de eventos mais recentes.

Cientistas precisam, então, descobrir o que está controlando os gêiseres usando a missão Clipper.

Fonte: Lua de Júpiter vira aposta de cientistas na busca por vida extraterrestre no Sistema Solar - BBC News Brasil

Viagem à Lua de Júpiter - Filme recomendado para alunos do 1º ano do EM, na disciplina de Física.

Uma nave chamada de Europa One parte da Terra com a missão de conduzir seis astronautas à Europa, uma das luas de Júpiter, a fim de investigar vida alienígena fora de nosso planeta. Um filme de Sebastián Cordero, que no Brasil não foi lançado nas salas de cinema, que apresenta com formato de documentário o que acontece dentro da rotina de uma nave tripulada no espaço, a partir de depoimentos e cenas realísticas, de modo a oferecer aos expectadores a sensação  de um reality espacial. filme acaba sendo uma representação cinematográfica  da curiosidade humana sobre os mistérios que circundam o surgimento do Universo e da origem da vida. Vale à pena assistir. É um ótimo ponto de partida para alunos do primeiro ano do Ensino Médio pensarem a respeito dos fatores essenciais para o surgimento da vida, as forças que mantêm a ordem dos sistemas solares e vários outros conhecimentos que convergem para a Física, Química e Biologia.

MAS AFINAL ONDE FICA EUROPA NO ESPAÇO?

Clique aqui e descubra mais sobre esse satélite natural do gigante Júpiter:

https://www.infoescola.com/astronomia/europa-lua-de-jupiter/

exame.com/pop/rumo-a-jupiter-estudos-mostram-que-a-lua-europa-pode-ter-clima-semelhante-ao-da-antartida/

VEJA IMAGENS EM 3D FEITAS PELA NASA DA LUA EUROPA:

👇

https://g.co/kgs/SDeza5

O problema da escassez de água no mundo A escassez de água no mundo é agravada em virtude da desigualdade social e da falta de manejo e usos...